quinta-feira, 4 de abril de 2013

Mude.
Mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira.
Mais tarde, mude de mesa.
Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua. Depois, troque o caminho, ande calmamente por outras ruas, observando com atenção os lugares por onde passa.
Tome outro ônibus. Mude por uns tempos o estilo das roupas; dê os sapatos velhos, e procure andar descalço alguns – nem que seja em casa.
Tire uma tarde inteira para passear livremente, ouvir o canto dos passarinhos ou o ruído dos carros.
Abra e feche as gavetas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama. Em seguida, procure dormir em outras camas.
Assista a outros programas de TV, leia outros livros, viva outros romances – nem que seja em sua imaginação.
Durma mais tarde. Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia.
Coma um pouco menos, coma um pouco mais, coma diferente, escolha outros temperos, novas cores, coisas que você nunca ousou experimentar.
Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes, tome outro tipo de bebida, compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde, ou vice-versa.
Tente o novo todo dia: o novo método, o novo sabor, o novo jeito, o novo prazer, a nova posição.
Escolha outro mercado, outra marca de sabonete, outro creme dental.
Tome banho em vários horários.
Use caneta de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame cada vez mais, de modos diferentes. Mesmo achando que a outra pessoa pode ficar assustada, sugira o que sempre sonhou fazer, na hora do sexo.
Troque de bolsa, de carteira, de malas, compre novos óculos, escreva outras poesias.
Abra conta em outro banco. Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros, visite novos museus.
Mude. E pense seriamente em arrumar um outro emprego, uma nova ocupação, um trabalho mais parecido com o que você espera da vida, mais digno, mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as: seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, longa, se possível sem destino.
Experimente coisas novas. Troque novamente. Mude, de novo. Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores do que as já conhecidas, mas não é isso o que importa. O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia.

Só o que está morto não muda, e você está vivo.

PARA REFLETIR

Na terra do “Se” 

Se quem luta por um mundo melhor soubesse que toda revolução começa por revolucionar antes a si próprio.
Se aqueles que vivem intoxicando sua família e seus amigos com reclamações fechassem um pouco a boca e abrissem suas cabeças, reconhecendo que são responsáveis por tudo o que lhes acontece.
Se as diferenças fossem aceitas naturalmente e só nos defendêssemos contra quem nos faz mal.
Se todas as religiões fossem fiéis a seus preceitos, enaltecendo apenas o amor e a paz, sem se envolver com as escolhas particulares de devotos.
Se a gente percebesse que tudo o que é feito em nome do amor ( e isso não inclui o ciúme e a posse) tem 100% de chance de gerar boas reações e resultados positivos.
Se as pessoas fossem seguras o suficiente para tolerar opiniões contrárias às suas sem precisar agredir e despejar sua raiva.
Se fossemos mais divertidos para nos vestir e mobiliar nossa casa, e menos reféns de convencionalismo.
Se não tivéssemos tanto medo da solidão e não fizéssemos tanta besteira para evitá-la.
Se todos lessem bons livros.
Se as pessoas soubessem que quase sempre vale mais a pena gastar dinheiro com coisas que não vão para dentro do armários, como viagens, filmes e festas para celebrar a vida.
Se valorizássemos o cachorro-quente tanto quanto o caviar.
Se mudássemos o foco e concluíssemos que a infelicidade não existe, o que existe são apenas momentos infelizes.
Se percebêssemos a diferença entre ter uma vida sensacional e uma vida sensacionalista.
Se acreditássemos que uma pessoa é sempre mais valiosa do que uma instituição: é a instituição que deve servir a ela, e não o contrário.
Se quem não tem bom humor reconhecesse sua falta e fizesse dessa busca a mais importante da sua vida. 
Se as pessoas não se manifestassem agressivamente contra tudo só para tentar provar que são inteligentes.
Se em vez de lutar para não envelhecer, lutássemos para não emburrecer.
Se.


(Martha Medeiros)

As 10 profissões que mais causam depressão

A revista americana Health Magazine avaliou fatores como carga horária, nível de responsabilidade e outros pontos, para chegar a lista com as profissões que mais provocam um efeito depressivo em seus respectivos profissionais. Confira as dez mais:

1.  Enfermeira particular
2.  Garçom
3.  Assistentes sociais
4.  Profissionais de saúde
5.  Artistas e escritores
6.  Professores
7.  Suporte administrativo
8.  Técnico em manutenção
9.  Contadores
10. Vendedores

Adesivo unha artesanal - minhas novas criações

 Oi gente!!! Estou voltando com novos modelos de adesivos, estive com tantos pedidos que não conseguia tempo para postar as novidades. Espero que gostem.
Quem tiver interesse, pedidos podem ser feitos por email - carina.consultora@gmail.com ou pelo site - www.koiaaudiosom.com.br 
Bjs
Carina